FAQs

Esclarecemos todas as suas dúvidas
Aqui, encontrará as perguntas mais frequentemente realizadas pelos utilizadores dos produtos Junkers e pelos nossos técnicos de instalação.
Poderá esclarecer muitas das suas dúvidas!

O custo de instalar um sistema de aquecimento central é variável e depende de um conjunto de fatores relacionados com o tipo de solução pretendida, área de habitação, altura das paredes (pé direito), tipo de habitação, etc.

A instalação deste sistema necessita de um dimensionamento elaborado por um técnico credenciado.

Podemos considerar basicamente dois tipos de custos:

  • Custos inerentes à instalação propriamente dita englobando o equipamento necessário à instalação, tal como caldeira, depósito, tubagem, isolamento, radiadores, válvulas, etc. Os custos dependem apenas das necessidades térmicas da habitação e da solução adoptada.
  • Custos inerentes à mão-de-obra da instalação.

Aqui os custos dependem não tanto das necessidades térmicas da habitação mas da habitação propriamente dita. Uma instalação de aquecimento feita em fase de construção será menos dispendiosa do que uma instalação feita após o término da construção, já que, no segundo caso, a dissimulação da tubagem obriga a trabalhos suplementares de construção civil.

O consumo de uma caldeira é expresso em kg./h de gasóleo.

Este valor refere-se ao consumo do queimador durante o período em que este está em funcionamento. No entanto, e graças a uma elevada inércia térmica, a caldeira pode passar longos períodos sem que seja necessário que o queimador esteja em funcionamento.

A ignição por gerador hidrodinâmico, presente nos esquentadores Hydropower da Junkers, não necessita de fontes externas de alimentação para o seu funcionamento. A energia necessária para a ignição é retirada do próprio movimento da água no seu interior.

Em todos os sistemas de aquecimento central, pode-se controlar os parâmetros de tempo e temperatura, permitindo obter conforto e poupança energética. Num sistema de aquecimento central com termóstato, a poupança energética poderá chegar a ser entre 15% a 20%, comparativamente à mesma instalação sem existência de elementos de regulação.

Os elementos de regulação permitem determinar a temperatura da divisão em que estão instalados e o horário de funcionamento do sistema.

O consumo de uma chama piloto é cerca de 13 g/hora, no caso do gás butano. Se consideramos um aparelho que funcione em regime contínuo durante um ano, podemos chegar às 9 ou 10 botijas de gás butano. No caso de gás natural podemos falar de 120 m3.

Um esquema de manutenção periódica não deve ser visto como uma despesa suplementar, mas sim como um modo de garantir a fiabilidade das condições de funcionamento, redução de gastos suplementares de energia e incremento da vida útil do aparelho.

A técnica de condensação é, sem duvida, a técnica que permite maior poupança energética graças à possibilidade de recuperar a energia do vapor de água que em caldeiras convencionais é desperdiçada ao sair pela chaminé.

O controlo termostático da temperatura permite que o esquentador consuma apenas a quantidade de gás necessária para atingir a temperatura de saída da água que foi pré-selecionada pelo utilizador.

Um esquentador termostático da Junkers, permite que a água quente seja fornecida exatamente à temperatura selecionada pelo utilizador. A regulação da temperatura pode ser efetuada grau a grau. Desta forma, reduzem-se os custos de energia e de água desperdiçada até que se atinja a temperatura selecionada pelo utilizador.

Outra das vantagens da tecnologia termostática é o facto do esquentador detetar a temperatura de entrada da água, só entrando em funcionamento quando a temperatura de entrada fôr inferior à temperatura pré-selecionada. Este facto permite que estes esquentadores sejam directamente compatíveis com a instalação de um sistema solar térmico.

Um sistema de aquecimento central para ser eficaz deverá ser corretamente dimensionado por um profissional credenciado.

Há vários factores que influenciam a escolha de um sistema de aquecimento central.: por exemplo, para o aquecimento de espaços, como salas ou quartos, o número de elementos e a dimensão dos radiadores são ditados pelo volume a aquecer e a temperatura pretendida. Outros factores a ter em conta no dimensionamento da habitação são: o tipo de isolamento da casa, a temperatura média e o número médio de dias por ano nos quais é necessário aquecimento.

A seleção de um sistema de aquecimento central deverá começar pela realização de um projeto de dimensionamento, no sentido de apurar as necessidads energéticas da habitação.

A quantidade de água quente de que dispomos em cada minuto varia de acordo com a pressão de água na rede de abastecimento e a capacidade de produção de água quente do aparelho instalado ( esquentador, caldeira, termacumulador, etc).

Independentemente destes 2 factores, é possível dispor de água quente em vários pontos de consumo em simultâneo quando utilizamos energia previamente acumulada. A água quente está armazenada num depósito acumulador, ou dispomos de uma caldeira de microacumulação.

A Norma Europeia 13.203, estabelece um sistema de estrelas, por forma a orientar o consumidor sobre a qualidade do serviço de águas sanitárias. Entende-se por qualidade a rapidez e estabilidade na produção de águas quentes santárias. Ao maior grau de conforto são atribuídas três estrelas.

Um relógio programador Junkers é compatível com a eletrónica das caldeiras Junkers.

A utilização numa instalação de aquecimento central de programadores, permite programar o horário de funcionamento do sistema, detetar a temperatura ambiente do local onde estão instalados, enviar estas informações das condições externas, à caldeira, que irá permitir otimizar o funcionamento da mesma e reduzir os custos energéticos de operacionalidade.

  • Porque a segurança é uma das nossas prioridades, os aparelhos Junkers estão equipados com um triplo sistema de segurança: Sonda de ionização no queimador, Sonda de controlo dos gases queimados e Limitador de temperatura.
  • O Sistema de segurança contra a extinção acidental da chama, bloqueia o automático de gás sempre que ocorre extinção acidental da chama. Deste modo garante-se que não há derrames acidentais de gás cuja acumulação possa criar condições propícias à ocorrência de explosão.
  • A função do dispositivo de deteção de retorno de gases queimados é bloquear o funcionamento do esquentador, sempre que são detetadas deficiências na exaustão dos gases queimados para o exterior da habitação. Deste modo, garante-se a segurança do utilizador relativamente à possibilidade de ocorrerem intoxicações.

A Junkers dispõem de 3 gamas de esquentadores que permitem selecionar a temperatura da água, no esquentador ou através de um comando à distância: Gamas CelsiusNext e CelsiusPur.

Cada esquentador admite ter até 6 comandos. Quando definimos a temperatura da água quente com um determinado comando, este tem prioridade sobre os outros durante 5 minutos, bloqueando o controlo dos restantes comandos.

Este sistema tem por objetivo evitar o congelamento do circuito quando são detetadas temperaturas abaixo de zero graus. A deteção da temperatura é feita através de um sensor situado no interior do aparelho. Quando são detetadas temperaturas abaixo dos zero graus, a caldeira liga automaticamente para evitar o congelamento do circuito.

Há vários dados que distinguem um esquentador: a referência ou modelo, o tipo de ignição, o tipo de exaustão dos gases de combustão e a capacidade do esquentador. A capacidade de um esquentador é expressa em litros.

A capacidade em litros de um esquentador está relacionada com a potência útil que o esquentador é capaz de desenvolver em funcionamento à máxima potência.

Quando falamos, por exemplo, de um esquentador com 11 litros de capacidade, significa que o esquentador permite aquecer 11 litros de água por minuto, com um diferencial de temperatura entre a entrada e saída de 25ºC. Ou seja, se a água entra no esquentador a 15ºC, o esquentador em questão permite obter um caudal de 11 litros de água por minuto a 40ºC.

Um sistema de aquecimento central é constituído por:

  • Uma caldeira destinada ao aquecimento de águas;
  • Uma tubagem;
  • Radiadores destinados ao aquecimento do ambiente (opcionais, caso se opte por pavimento radiante);
  • Reguladores e programadores;
  • Se se quiser associar mais conforto na utilização de A.Q.S. em várias torneiras em simultâneo então instala-se um depósito acumulador.

O funcionamento de um sistema de aquecimento central é simples:

  • A água entra na caldeira e é aquecida.
  • Esta água quente entra na rede de tubos e é encaminhada até aos radiadores.

Dentro dos radiadores, a água aquecida troca a sua energia com os mesmos, ou seja, a temperatura da água diminui e a dos radiadores aumenta. Quando a temperatura dos radiadores sobe acima da temperatura ambiente, estes últimos trocam por sua vez, a energia com o ar ambiente, aumentando a temperatura da divisão onde estão instalados. Após este processo, a água entra novamente na rede de tubos e é reencaminhada até à caldeira, dando continuidade ao processo de aquecimento ambiente.

Um esquentador é um aparelho que permite aquecer água sanitária.

Quando o utilizador abre uma torneira de água quente, o automático de água do esquentador deteta a passagem da água. Ao detetar a necessidade de água quente, esta informação é transmitida ao automático de gás, que, vai permitir a passagem de gás ao queimador.

No queimador, o gás é misturado com o ar atmosférico e é queimado, libertando energia. Os gases quentes provenientes da combustão aquecem a tubagem do permutador e esta por sua vez aquece a água que se encontra no seu interior.

A água, é assim aquecida, e encaminhada pela tubagem até à torneira aberta.

Os esquentadores Junkers estão identificados com dois autocolantes, colocados no interior e no exterior do aparelho.

No interior, a identificação está colocada na estrutura do aparelho, no canto inferior direito.

No exterior, a identificação está colocada na parte lateral direita da carcaça do aparelho, na parte inferior.

Na placa de características colocada no interior do aparelho, constam:

  • Designação do aparelho;
  • Código do país;
  • Código de artigo;
  • Tipo e categoria do aparelho;
  • Tipo de gás e pressões de utilização;
  • Homologação do aparelho;
  • Potências nominais e úteis, máximas e mínimas, e pressões máximas e mínimas de funcionamento.

Na placa de características colocada no exterior do aparelho, consta:

  • Designação do aparelho;
  • Código do país;
  • Código de fabrico.

Esta informação é útil quando, p.ex ao telefone com a Assistência Técnica ou Agente Junkers, se pretende identificar o modelo do esquentador.

A utilização de um aparelho com tecnologia de condensação contribui para um maior rendimento da queima de gás, dado que existem 2 fases de aquecimento: a queima de gás e o calor contido nos gases queimados.

O calor libertado nos gases de exaustão, é utilizado para pré-aquecer a água de entrada. Desta forma aproveitamos a energia que seria desperdiçada.

Permutador secundário: para recuperação do calor contido nos gases da combustão.

Os gases resultantes da combustão do gás que são queimados para aquecimento da água, ainda contêm calor quando são libertados pela chaminé. Esse calor é reaproveitado neste permutador transferindo-o para a água da rede que circula dentro da tubagem no interior do permutador secundário. Com este sistema, a água fria ganha calor e os gases da combustão arrefecem, dando-se a condensação do vapor de água contido nos gases.

O permutador fabricado em alumínio permite uma extraordinária eficiência na transferência de calor.

O conceito de condensação é muito simples; ao contrário dos aparelhos convencionais que permitem que os gases de combustão possam sair livremente para a atmosfera, os aparelhos com tecnologia de condensação aproveitam este calor transmitindo-o ao circuito de água quente sanitária ou ao de aquecimento.

O aquecimento do meio ambiente através de um sistema de aquecimento central pode ser efetuado através da colocação de radiadores ou através da instalação de piso radiante.

O piso radiante é constituido por uma rede de tubos localizados por baixo do pavimento, por onde circula a água aquecida na caldeira. Esta água quente aquece diretamente o pavimento da habitação. Como o pavimento tem uma temperatura superior à do ar ambiente, há uma transferência de calor para o ar da habitação onde este sistema de piso radiante está instalado.

É possível aquecer determinadas divisões da habitação com pavimento radiante, outras com radiadores e outras ainda com os dois sistemas em simultâneo.

Um esquentador é um aparelho a gás destinado ao aquecimento de águas sanitárias.

De forma muito sucinta, um esquentador é composto por um conjunto de dispositivos, de entre os quais se destacam os seguintes:

  • Automático de água;
  • Automático de gás;
  • Queimador;
  • Permutador de calor;
  • Dispositivos de segurança.

Sempre que é necessário obter ar diretamente do exterior para o funcionamento do esquentador, opta-se por um esquentador estanque.

Os esquentadores estanques e ventilados garantem a evacuação dos gases de combustão sem a necessidade de utilizarem ar do local onde estão instalados.

São especialmente indicados para instalação em locais cujas condições de ventilação e admissão de ar novo sejam deficientes.

Os esquentadores da marca Junkers estão aptos a funcionar com os diferentes tipos de gás existentes no mercado. Para cada gama dispomos de versões de acordo com o tipo de gás.

Cada tipo de gás a utilizar requer especificidades particulares ao nível do tipo de injetores no queimador e afinação no automático de gás.

Os modelos de esquentadores da gama Junkers podem ser fornecidos já preparados para funcionarem com um determinado tipo de gás, pelo que se torna importante confirmar qual o gás que é utilizado na sua habitação.

Se, por qualquer motivo, for alterado o tipo de gás utilizado, os esquentadores Junkers podem ser modificados, bastando para o efeito solicitar esse serviço a um dos postos de assistência técnica da nossa rede nacional.

Se o sistema estiver a funcionar corretamente, o aumento da temperatura no interior do depósito, leva a um aumento da pressão, que pode fazer com que a válvula de segurança abra. Para o evitar, são utilizados vasos de expansão para o serviço sanitário.

Um sistema de águas diretas tem um funcionamanto semelhante ao de um esquentador. Porém, para além de aquecer a água sanitária para as diferentes utilizações domésticas, permite usufruir do conforto do aquecimento central da sua habitação.

Um sistema de acumulação caracteriza-se pela existência de um depósito/ acumulador, que permite acumular um determinado volume de água quente, para além da caldeira. Um sistema por acumulação permite obter água quente em vários pontos em simultâneo.

As caldeiras estanques são utilizadas sempre que é necessário obter ar diretamente do exterior para o seu funcionamento.

São especialmente indicadas para instalação em locais cujas condições de ventilação e admissão de ar novo sejam deficientes. As caldeiras estanques, não utilizam o ar circundante ao aparelho nem para a queima nem para a exaustão. A admissão de ar novo para o queimador e a exaustão dos gases do queimador é feita através de condutas ligadas diretamente ao exterior.

As caldeiras atmosféricas utilizam o ar envolvente, para a queima do gás. Mas, necessitam de uma conduta de exaustão, para os gases queimados.

Para a produção de A.Q.S. ( água quente sanitária), para além de outras fontes de energia (solar térmica, gasóleo, etc), os aparelhos mais comuns são: a gás (esquentadores ou caldeiras), ou a eletricidade (termoacumuladores elétricos).

A principal diferença entre ambos é a seguinte:

Um esquentador a gás, produz água quente de forma instantânea, ou seja, não tem tempo de espera. Sempre que abrimos uma torneira de água quente, esta está disponível. São aparelhos seguros e faceis de instalar e utilizar.

Os termoacumuladores elétricos acumulam água num depósito. Sempre que a quantidade de água acumulada se esgota há um tempo de espera até que a água fria que entrou no depósito seja aquecida.

São a solução ideal, quando não há possibilidade de instalar uma rede de gás. São muito práticos de instalar e utilizar.

A regulação hidráulica tradicional regula a potência do esquentador em função do caudal.

A regulação eletrónica possui um controle total que garante a otimização do gasto de gás e uma temperautra mais precisa.

A chaminé é um fator imperativo para a instalação de qualquer caldeira ou esquentador.

Se as condições de evacuação dos produtos da combustão forem deficientes ou se o local destinado à instalação do aparelho não reunir as condições necessárias para a evacuação dos mesmos, será aconselhável optar por um aparelho do tipo estanque. Este equipamento está equipado de origem com um ventilador na conduta de exaustão, que possibilita de uma forma forçada, expelir os produtos originados na combustão para o exterior e, em simultâneo recolher do exterior o caudal de ar novo necessário à combustão.

Infelizmente não. As caldeiras a gásoleo são aparelhos de chama não modulante, pelo que não fará sentido a instalação de termóstatos modulantes.

Não obstante temos uma interessante gama de aparelhos de regulação e controlo para este tipo de caldeiras.

Sim! Os sistemas de aquecimento central atualmente comercializados são versáteis ao ponto de serem instaláveis em qualquer habitação.

Qualquer apartamento ou moradia, nova ou antiga, pode receber uma instalação de aquecimento central e assim desfrutar de toda a comodidade oferecida por este sistema.

De facto, não é necessário que uma casa esteja equipada de raiz com todas as tubagens de água que constituem o sistema. Existem, hoje em dia, componentes modulares que permitem efetuar a instalação em qualquer casa, esteticamente integrados e sem ser necessário proceder a grande obras na habitação.

Não. Este tipo de aparelhos, deve estar resguardado da chuva, da ação do vento e das intempéries.

A manutenção anual de um sistema de aquecimento central é fundamental, tem por objetivo repor as condições de bom funcionamento e prevenir avarias de maior gravidade.

  • Caldeira - Para assegurar um funcionamento perfeito, a caldeira deverá beneficiar de uma revisão anual por um técnico especializado
  • Acumulador - No caso do acumulador, a frequência de manutenção depende da qualidade da água da zona onde ele estiver instalado, a qual provocará maiores ou menores incrustações de calcário.
  • Rede de água - Com exceção das purgas de ar a realizar periodicamente, a rede de água do aquecimento central não necessita de qualquer tipo de manutenção, sendo mesmo desaconselhável efetuar qualquer intervenção.

Para proceder à substituição da caldeira é apenas necessário consultar um instalador credenciado.

Lembre-se sempre que qualquer dúvida pode e deve ser esclarecida de imediato com o instalador. Este tem a obrigação de fazer uma demonstração na altura do arranque da instalação. No entanto, independentemente do apoio que o instalador deve dar, o manual do utilizador deve ser lido e guardado para futuras consultas.

Num local cuja temperatura seja representativa da temperatura média da casa. Afastado de fontes de calor ou frio, como janelas, radiadores, lâmpadas, televisores, etc.. e a uma altura entre 1,2 e 1,5 m do solo.

A caldeira deve ser instalada de acordo com o estipulado nas normas portuguesas aplicáveis, e nos códigos de boa prática do CATIM e do ITG.

A sua montagem deverá ser feita por um técnico credenciado, num local bem ventilado, onde a temperatura não atinja valores negativos e com uma conduta de extração de gases de combustão corretamente dimensionada e construída.

No caso das caldeiras murais, e dado que atualmente têm dimensões compactas, o ponto de instalação preferencial para este tipo de aparelhos continua a ser a cozinha, no local tradicionalmente destinado ao esquentador.

No entanto, uma caldeira mural a gás pode, ser instalada em alternativa à cozinha, numa divisão adjacente, tal como uma sala de arrumações.

Todos os postos de Assistência Técnica dispõem de peças de reparação originais Junkers.

Se tem um aparelho Junkers, deverá contactar o nosso call center de atendimento: 808 234 212 , que lhe recomendará o Posto de Asssistência Técnica mais próximo da sua residência.

Os esquentadores elétricos da Junkers necessitam de alimentação elétrica trifásica, à exceção do modelo de 6kW.

Para instalar um destes aparelhos é necessário ter uma potência trifásica, diferente da que é habitual em moradias. Caso opte por este tipo de aparelhos, consulte um especialista - eletricista para efetuar tanto a reparação da instalação como a própria instalação deste tipo de aparelhos.

Um painel solar térmico transforma a luz solar em calor aproveitável. Este calor é absorvido pelo líquido solar que se encontra dentro do painel e é transportado com ajuda de uma bomba através de tubos devidamente isolados até um depósito onde se acumula a água quente.

O material de isolamento, impede que a água arrefeça, sendo possível dispor de água quente em períodos onde não há sol.

A energia solar, é a energia proveniente do sol, que se produz através de reações nucleares, se propaga através do espaço interplanetário, atingindo finalmente a superfície da Terra.

O total de energia solar que chega à superfície da Terra num ano é superior 10.000 vezes ao consumo total de energia de toda a humanidade.

Sim. Os Sistemas Solares Térmicos Junkers podem ser instalados em qualquer tipo de habitação: moradias individuais ou edifícios de apartamentos.

O tipo de telhado não constitui qualquer problema, uma vez que a Junkers tem uma gama de estruturas próprias para a instalação em diferentes tipos de telhados, planos ou inclinados, podendo mesmo ser integrados no próprio telhado.

A energia solar térmica, é a que aproveita a energia do sol, para aquecer água. Esta pode ser utilizada em qualquer habitação, podendo também servir de apoio para aquecimento de piscinas.

Por outro lado, a fotovoltaica, permite transformar a energia solar em eletricidade. Esta energia pode ser consumida diretamente no local onde é produzida ou injetá-la na rede nacional de energia elétrica.

Um sistema Solar Térmico deve ser instalado por um profissional credenciado e necessita de ser corretamente dimensionado tendo em conta o local da habitação, a sua área geográfica, o nº de pessoas que habita na casa e as necessidades diárias de água quente sanitária.

Um sistema solar térmico é uma forma eficaz de reduzir significativamente a fatura do gás. Um sistema corretamente dimensionado permite poupar entre 50% a 70% da energia que se gasta habitualmente para aquecer a água em casa.

Numa habitação em que se pretende um Sistema Solar Térmico para o aquecimento de água, pode ser instalado um Sistema de Termossifão ou um Sistema Forçado.

O Sistema deTermossifão é um equipamento que inclui um ou dois painéis solares e um depósito de água. Este Sistema tem todos os elementos necessários para transformar a energia solar em água quente. A facilidade na sua instalação torna-o uma solução fácil para o aquecimento de água aproveitando a energia do sol. Este sistema é mais indicado para regiões de clima temperado.

Um Sistema Forçado é composto por diferentes elementos para além dos painéis solares. É necessário um depósito para acumulação da água quente, um grupo de bombagem e uma central de controlo. Este sistema requere uma instalação mais complexa, integrando-se de forma estética em qualquer edifício.

Para climatizar correctamente uma divisão da habitação, deverá ser efectuado o cálculo da potência necessária do equipamento a instalar, para atingir a temperatura de conforto. No caso do arrefecimento é considerada como medida de potência: as frigorias.

Para o cálculo da necessidade de arrefecimento utiliza-se como valor padrão: 100 frigorias por metro quadrado. No entanto se optarmos por efetuar um cálculo mais completo deveremos ter em conta outros fatores: superfícies das paredes, teto, temperatura exterior, superfície de vidro, orientação, sombras exteriores, localização geográfica, época do ano, materiais de construção, etc. O cálculo da potência deverá ser efetuado por um profissional credenciado.

A manutenção de qualquer aparelho é fundamental para garantir o bom funcionamento do mesmo e um bom nível de conforto para o utilizador.

A manutenção dos aparelhos de ar condicionado é extremamente simples. Os filtros deverão ser limpos a cada 2 meses com água e sabão.

Paralelemente recomenda-se, que seja verificado frequentemente o tubo de esgoto para onde é feita a descarga da condensação.

O refrigerante R410 utilizado nos equipamentos Junkers de última geração, exige a recuperação e a carga completa de refrigerante, pelo que é aconselhável recarregar o mesmo ao perder-se a relação entre os 2 gases que compõem a mistura.

A temperatura a regular no aparelho varia sazonalmente. Considera-se como temperatura normalizada para o Verão de 25ºC e para o Inverno de 19ºC ou 20ºC.

O consumo elétrico de um aparelho de ar condicionado varia com vários fatores: a potência do aparelho, o nº de horas de utilização diária, a temperatura selecionda e o diferencial entre a temperatura exterior e interior.

De uma forma muito linear, o cálculo do consumo de potência elétrica pode ser realizado da seguinte forma: Na placa de características do aparelho está registada a potência do mesmo. Por exemplo o aparelho tem 2,6 kW de potência. Admitindo que o custo do kW/h é de 0,15€, deve-se multiplicar 2,6 x 0,15 = 0,39€. Este será o custo da utilização do aparelho por 1 hora.

Os compressores dos equipamentos de ar condicionado da Junkers têm tecnologia Inverter DC. Esta tecnologia, permite a adpatação às necessidades do utilizador através da modulação que o equipamento faz na sua capacidade, permitindo uma consideravel redução do consumo energético. Permite que o equipamento produza menos arranques e paragens do compressor, garantindo uma saída uniforme e constante do ar.

Em todos os sistemas frigoríficos é necessário fazer vácuo na tubagem. Esta necessidade é extremamente importante devido à existência de ar e humidade no circuito fechado que interliga a unidade exterior com a interior.

A existência de humidade ou ar no circuito poderá trazer problemas, pelo que é importante fazer um bom escoamento de condensados no sistema frigorífico.

Os aparelhos de ar condicionado são uma bomba de calor. A função de uma bomba de calor é extrair a energia proveniente do meio ambiente e canalizá-la para a unidade interior, através do fluido frigorigéneo que percorre a tubagem, arrefecendo ou aquecendo o espaço interior, consoante a necessidade.